28 março 2007

Verão em Cumuru

Uma das festas profano/religiosas mais tradicionais de Cumuru é a do Pau de Bastião. Na madrugada do primeiro dia do ano, a população retira o mastro com o estandarte de São Sebastião de frente da igreja e o leva para o alto da represa que marca o início da vila. Na manhã do dia 20 de janeiro, o padre local reza uma missa e promove uma rápida procissão com a imagem do santo. A partir daí, o povo vai buscar o mastro e o traz , pintado de novo, num enorme cortejo (e numa porranca fenomenal) pela rua principal, depois pela praia, até a igreja. Os pataxós vestem-se a caráter e dançam o Auê. Os grupos afros seguram o som. Alguns bares fecham, outros oferecem bebidas aos participantes
A Corrida de Canoas, no dia de Iemanjá/N. S. dos Navegantes, é o momento dos pescadores de Cumuru fazerem sua festa particular.


05 março 2007


02 maio 2006

TEMPO CUMURU: EIS A QUESTÃO!

Tempo Cumuru?
Tempo imaginário!
Emancipação no prazer
Reflexão por prazer
Libertação por construção...
Se existe reconstrução cotidiana?
Será pela descontrução do produtivismo-consumista?
Que consome na têmpera o que devia ser tempo sempre...
Tempo que subtraído, reprimido, despossuído resta sem ser!
Tempo Cumuru
Adição imaginada, eis a questão!
Quem sabe?

DOCE DESPERTAR...

Em tempo cumuru fica tudo ótimo!
Mar de mangueiras onde cantam sabiás...
Que aqui encantam num doce despertar...